Carlos Eduardo é o calo no pé de Fátima

Todos os problemas eleitorais enfrentados hoje pela governadora Fátima Bezerra tem um nome: Carlos Eduardo.

Não fosse a vaga de Senado fechada com tanta antecedência e sem dicutir com aliados, uma chapa forte de oposição não estaria batendo à porta de Fátima agora, que teria espaços para acomodar aliados.

Os problemas começaram depois que o maior adversário de Fátima, que ora aparecia como candidato a governador, ora como candidato a senador, mas não tinha grupos para nenhum dos dois projetos, se aboletou na vaga de Senado, deixando aliados a chupar o dedo.

Carlos convenceu Fátima que ele a derrotaria nas urnas, quando o perigo nunca foi ele.

Com as portas e janelas da chapa fechadas, Fátima encontra dificuldades para conversar com os próprios aliados.

E se depara com uma parcela expressiva do PT em busca de um senadorável para chamar de seu, batendo o pé para não votar no ex-prefeito de Natal, que até bem pouco tempo dizia que a governadora não sabia administrar nem uma birosca.

Com a chapa fechada antes da hora e com a pessoa errada, a fatura com o efeito CE chegou também antes da hora.

Até parece que 2022 repete 2018, quando o maior problema de Fátima tinha um nome: Carlos Eduardo.

Thaisa Galvão

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